No
meu treino tem aparelhos diversos. Faço musculação com alguns funcionais,
pilates e crossfit (Olha eu! Já toda descolada com papo de academia...).
Tem
o desenvolvimento (nome bonito, elegante. Parece programa educacional avançado)
que na verdade é um aparelho miserável no qual a gente trabalha um grupo
muscular pequeno chamado deltoide. Sem peso, o desenvolvimento já é pesado.
Você faz a série (3 de 10) e já se sente o Atlas. Aquele titã da mitologia
grega que foi condenado por Zeus a sustentar o mundo para sempre (definição
perfeita para como eu me sinto). No mesmo programa, tenho ainda o leg press que
modela as pernas (ou o que sobrar delas) e o duo de adução e abdução. Os dois
aparelhos atuam sobre os adutores – músculos da região interna da coxa. O
primeiro, no movimento de retração e o segundo, de protração. Tá sacando? Pois
é, nem eu. O fato é que toda a vez que chego neles só consigo pensar no ET
voando de bicicleta pelos ares – fugindo dos inimigos (no caso, esses aparelhos
infames).
Nessas
horas, só queria ser abduzida. Quem sabe para aquele free shop de Marte onde
devem vender aquelas garrafinhas...

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