Música
de academia é realmente algo muito intrigante. É claro que quando o assunto é
preferência musical, é muito difícil agradar a maioria. No entanto, porque
infernos música de academia é tchidum, tchidum, tchidum? Aquele batidão
descompassado com o ritmo do treino? Se seguir a música - ou fica rápido demais
ou lento demais. Nunca no ponto. Mas pior mesmo é quando o DJ (sabe-se Deus
quem é o operador de áudio da academia!) coloca aquela música que só ele curte?
Credo. Pagode e sertanejo mixado é para matar.
Na
academia que eu frequento, tem o professor Rodrigo que é sempre muito sério,
mas de vez em quando (graças a Deus!) ele bota um Sambô para tocar. Minhas
armas do céu..... Para quem não sabe, Sambô é um grupo musical brasileiro de
rock/samba formado em Ribeirão Preto em 2006. Reúne músicos de vertentes
diferentes como o rock, o pop e o samba. Criaram um estilo único ao qual deram
o nome de rock-samba para diferenciar do samba-rock. Entendeu? (Eu ainda estou
processando, mas é assim que está na Wikipédia). Eles tocam clássicos da música
no formato rock-samba. Também daria para dizer que “atacam” os sucessos. O
pior, na minha opinião, é a versão que fizeram para Sunday Bloody Sunday do U2.
(Por isso, eu acho que eles deviam ser impedidos de receber a hóstia na missa
de domingo!).
O
caso é que o Rodrigo gosta tanto desse som, que nesse momento que o Sambô tá
rolando, ele canta em voz alta, fica todo faceirinho, ensaia até uns passinhos
no meio da academia. A alegria dele faz a gente suportar o som, mas não abusa
Rodrigo!
Gostos
e amores não se discute. Eu sei. Mas o negócio é o seguinte: ou é rock, ou é
samba. Os dois juntos é demais para a minha cabeça. Se eu conseguisse me
coordenar com ficha, garrafa, toalha e a minha pança – juro que levava fone de
ouvido.
P.S.
O professor Rodrigo é the Best. Excelente treinador, super legal. Só o gostinho
musical... Ninguém é perfeito. Kkk

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