terça-feira, 23 de agosto de 2016

O som da academia

Música de academia é realmente algo muito intrigante. É claro que quando o assunto é preferência musical, é muito difícil agradar a maioria. No entanto, porque infernos música de academia é tchidum, tchidum, tchidum? Aquele batidão descompassado com o ritmo do treino? Se seguir a música - ou fica rápido demais ou lento demais. Nunca no ponto. Mas pior mesmo é quando o DJ (sabe-se Deus quem é o operador de áudio da academia!) coloca aquela música que só ele curte? Credo. Pagode e sertanejo mixado é para matar.
Na academia que eu frequento, tem o professor Rodrigo que é sempre muito sério, mas de vez em quando (graças a Deus!) ele bota um Sambô para tocar. Minhas armas do céu..... Para quem não sabe, Sambô é um grupo musical brasileiro de rock/samba formado em Ribeirão Preto em 2006. Reúne músicos de vertentes diferentes como o rock, o pop e o samba. Criaram um estilo único ao qual deram o nome de rock-samba para diferenciar do samba-rock. Entendeu? (Eu ainda estou processando, mas é assim que está na Wikipédia). Eles tocam clássicos da música no formato rock-samba. Também daria para dizer que “atacam” os sucessos. O pior, na minha opinião, é a versão que fizeram para Sunday Bloody Sunday do U2. (Por isso, eu acho que eles deviam ser impedidos de receber a hóstia na missa de domingo!).
O caso é que o Rodrigo gosta tanto desse som, que nesse momento que o Sambô tá rolando, ele canta em voz alta, fica todo faceirinho, ensaia até uns passinhos no meio da academia. A alegria dele faz a gente suportar o som, mas não abusa Rodrigo!
Gostos e amores não se discute. Eu sei. Mas o negócio é o seguinte: ou é rock, ou é samba. Os dois juntos é demais para a minha cabeça. Se eu conseguisse me coordenar com ficha, garrafa, toalha e a minha pança – juro que levava fone de ouvido.

P.S. O professor Rodrigo é the Best. Excelente treinador, super legal. Só o gostinho musical... Ninguém é perfeito. Kkk 


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